Durante a nossa visita tivemos oportunidade de assistir a duas formações práticas: uma de transmissão de dados e informação via rádio e outra de suporte básico de vida em pediatria.
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A primeira formação que assistimos tinha como objectivo transmitir e informar via rádio o estado da vítima e do local onde esta se encontra e o preenchimento do verbete de socorro e do CODU. Os verbetes são fichas para serem preenchidas com as informações recebidas. Os formandos estavam distribuídos por duas salas funcionando uma delas como CODU e a outra como o meio de Socorro (ambulância do INEM ou dos bombeiros). Os acontecimentos davam-se com a seguinte sequência:
1 - Atendimento da chamada no CODU;
2 - Preenchimento do verbete CODU;
3 - CODU transmite a informação ao meio de socorro via rádio;
4 - O meio de socorro dirige-se para o local do acidente;
5 - Os tripulantes, ao chegarem ao local, verificam o estado da vítima e preenchem o verbete de meio de socorro;
6 - Um dos tripulantes transmite ao CODU via rádio os dados que escreveu no verbete acerca do estado da pessoa acidentada (como por exemplo, a pressão arterial);
7 - O CODU indica o hospital para onde os tripulantes devem transportar a vítima.
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O tema da segunda formação a que fomos assistir era Suporte básico de vida em pediatria . Durante esta actividade, havia uma primeira banca, onde se trabalhava com uma criança de 5 anos e uma segunda com um lactente de 8 meses. O processo desta formação era:
1- Verificar e estabelecer as condições de segurança no local onde a vítima se encontra;
2 - Efectuar o primeiro pedido de ajuda;
3 - Verificar se as vias aéreas do bebé estão desobstruídas;
4 - Verificar se o bebé ventila ou não;
5 - Verificar se o bebé tem pulso (se evidencia sinais de circulação);
6 - No caso do bebé não ventilar, efectuar o suporte básico com 20 insuflações e pressões torácicas – reanimação cardio-respiratória – verificar se é eficaz e repetir caso não seja;
7 - Caso este último procedimento não seja eficaz ao fim de duas tentativas, chamar o 112;
8 - O tripulante só deve desistir de tentar reanimar o bebé nos seguintes casos:
- exaustão;
- ser substituído pelos tripulantes que entretanto chegaram ao local;
- o bebé evidencie sinais de consciência como pele rosada, choro, movimentos ou começar a respirar.
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Seguem-se algumas fotografias das instalações do INEM e das formações:
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A primeira formação que assistimos tinha como objectivo transmitir e informar via rádio o estado da vítima e do local onde esta se encontra e o preenchimento do verbete de socorro e do CODU. Os verbetes são fichas para serem preenchidas com as informações recebidas. Os formandos estavam distribuídos por duas salas funcionando uma delas como CODU e a outra como o meio de Socorro (ambulância do INEM ou dos bombeiros). Os acontecimentos davam-se com a seguinte sequência:
1 - Atendimento da chamada no CODU;
2 - Preenchimento do verbete CODU;
3 - CODU transmite a informação ao meio de socorro via rádio;
4 - O meio de socorro dirige-se para o local do acidente;
5 - Os tripulantes, ao chegarem ao local, verificam o estado da vítima e preenchem o verbete de meio de socorro;
6 - Um dos tripulantes transmite ao CODU via rádio os dados que escreveu no verbete acerca do estado da pessoa acidentada (como por exemplo, a pressão arterial);
7 - O CODU indica o hospital para onde os tripulantes devem transportar a vítima.
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O tema da segunda formação a que fomos assistir era Suporte básico de vida em pediatria . Durante esta actividade, havia uma primeira banca, onde se trabalhava com uma criança de 5 anos e uma segunda com um lactente de 8 meses. O processo desta formação era:
1- Verificar e estabelecer as condições de segurança no local onde a vítima se encontra;
2 - Efectuar o primeiro pedido de ajuda;
3 - Verificar se as vias aéreas do bebé estão desobstruídas;
4 - Verificar se o bebé ventila ou não;
5 - Verificar se o bebé tem pulso (se evidencia sinais de circulação);
6 - No caso do bebé não ventilar, efectuar o suporte básico com 20 insuflações e pressões torácicas – reanimação cardio-respiratória – verificar se é eficaz e repetir caso não seja;
7 - Caso este último procedimento não seja eficaz ao fim de duas tentativas, chamar o 112;
8 - O tripulante só deve desistir de tentar reanimar o bebé nos seguintes casos:
- exaustão;
- ser substituído pelos tripulantes que entretanto chegaram ao local;
- o bebé evidencie sinais de consciência como pele rosada, choro, movimentos ou começar a respirar.
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Seguem-se algumas fotografias das instalações do INEM e das formações:


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